quinta-feira, 7 de maio de 2015

Gabarito para desenhistas - Cabelo

Cabelo



















terça-feira, 5 de maio de 2015

Armas Estranhas

Tem armas que parecem que saíram de algum filme de espião, mas existiram de verdade, a maioria delas aqui citados são do século 19, veja e se surpreenda.

Anel revolver

Essa arma era usada para matar discretamente, geralmente usada por mulheres.


Bengala revólver


Conhecida nos Estados Unidos e na Inglaterra, foi fabricada no século XIX até o século XX. Parece uma simples bengala, mas é uma arma de fogo, usada para se defender em caso de perigo estremo, e caso aconteça o inevitável... Bem já sabe.


Pistola de luva

Uma luva com uma pistola acoplada em cima. Quando o caubói dá um soco, aciona a espoleta, aí é tiro certo.


Pistola gaita

Não, não é a uma gaita... É uma arma que tentava expandir a capacidade de carga de um revolver comum. Apareceu pela primeira vez em 1834, pelo americano Jonathan Browning.



Pistola cutelo

Se trata de um revolver de seis tiros, com uma faca acoplada no cano.


Pistola machado

Como podemos ver, ao mesmo tempo que pode ser usado como um machado, é usada também como arma de fogo.


Pistola apache

Criado no século XIX, ele é três em um, para combate de curta distância. Um soco inglês, um canivete e um revólver.


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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Os Tiliketes - Vida de Busão





Vídeo muito engraçado e recomendado.

domingo, 3 de agosto de 2014

Vamos mudar o Brasil

Amigos, fizemos essa página no facebook para um grupo de pessoas inteligentes para debater sobre o futuro de nosso Brasil.

https://www.facebook.com/pages/Revolu%C3%A7%C3%A3o-Brasileira/1425428841074761?sk=timeline&app_data



quinta-feira, 17 de julho de 2014

Vaca é encontrada morta em um poste

Uma vaca surpreendeu os moradores do RS quando avistaram ela morta em cima de um poste, o proprietário do local falou que o terreno está alagado, dificultando a entrada do caminhão-guincho, fazendo com que a vaca fique 11 dias no local, sendo que foi encontrada no dia 07.

O proprietário está com muita dificuldade em pedir ajuda com a prefeitura, concessionária da rede elétrica, e com o corpo de bombeiro da cidade. A energia elétrica da propriedade é particular, por isso a concessionária falou que a remoção é de responsabilidade do dono do terreno.

A prefeitura e o corpo de bombeiros dizem que não podem remover. O jeito é esperar para ver o que vai acontecer.


terça-feira, 15 de julho de 2014

Cientista cria vírus sem cura


Um cientista americano criou um tipo de vírus da gripe que é incurável, com isso pode até conseguir uma pandemia global.

Yoshihiro Kawaoka, um cientista dos Estados Unidos, professor de virologia da Universidade de Wisconsin, Madison, criou uma forma de vírus da gripe que ignora o sistema imunológico do ser humano. Isso aconteceu enquanto investigava vários vírus influenza. Ele modificou geneticamente a cepa do vírus da gripe A (H1N1), que causou a pandemia em 2009, na tentativa de criar vacinas mais eficientes para esse tipo de gripe.

A universidade no qual Yoshihiro trabalha tem um alto nível de segurança biológica, segundo a classificação dos Estados Unidos. Mas mesmo assim, as cepas da H1N1 estavam em lugares menos seguros, de nível 2.

Esses estudos podem até aprimorar o conhecimento sobre vários vírus, criando novos medicamentos e vacinas, no entanto, o risco de um acidente biológico sempre existe, podendo até levar a humanidade numa epidemia global. Alguns dos colegas de Kawaoka o chama de "monstro da ciência", por vários tentativas de modificar e entender tanto a H1N1, H5N1, e vários outros vírus.


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sábado, 12 de julho de 2014

5 visões para o mundo em 2050


Clima indomável
Em um mundo marcado pelo consumo desenfreado, o clima sofre com as consequências da exploração exacerbada dos recursos naturais. Os desastres naturais multiplicam-se. A demanda por infraestrutura de transporte também crescem. “Uma super rede mundial de transporte garante uma troca rápida de mercadorias entre os centros de consumo. Mas com o avanço das mudanças climáticas, as cadeias de suprimento são cada vez mais afetadas”, prevê a consultoria.
A era das megacidadesAs megacidades tornam-se potências mundiais. Elas são as maiores incentivadoras e também as maiores beneficiadas da transição para um paradigma de crescimento sustentável. Para superar os desafios de continuar a crescer controlando, ao mesmo tempo, as consequências indesejadas, como congestionamentos e emissões de poluentes, as megacidades recorrem à cooperação. “A robótica revoluciona os mundos da produção e dos serviços. Os consumidores mudam de hábitos: os produtos agora são, em sua maioria, alugados, em vez de comprados”, destaca a empresa. Uma super rede transportes, incluindo caminhões, navios e aeronaves, mas também transportes espaciais, conecta as cadeias de suprimentos das megacidades.
Produção descentralizada
Neste cenário, a industrialização e o consumo personalizados tornam-se uma prática predominante. Os consumidores criam seus próprios designs e fazem seus próprios produtos, com o importante auxílio das impressoras 3D. “Isso leva a uma ascensão de sistemas regionais de comércio, com o fluxo global se restringindo a matérias-primas e dados”, diz a empresa. Os sistemas de energia e infraestrutura de produção e distribuição são cada vez mais descentralizados.
Protecionismo paralisante
Com a deterioração da economia mundial, o nacionalismo exacerbado emerge e barreiras protecionistas fazem a globalização andar para trás, neste cenário nada animador. O desenvolvimento tecnológico estaciona e os altos preços da energia, derivados da escassez de recursos, levam a conflitos globais pelo controle das reservas. As cadeias de suprimento se regionalizam e tornam-se instrumentos estratégicos para os governos.
Segurança em primeiro lugar
Nesta visão, o mundo é caracterizado por um alto nível de consumo graças à produção altamente automatizada e barata, mas a ordem é adaptar-se. Em função de mudanças climáticas radicais, as catástrofes naturais interferem nas cadeias de suprimento e o paradigma migra da maximização de eficiência para a mitigação de riscos. Sistemas redundantes de produção predominam na indústria e a principal prioridade é a segurança, com infraestruturas de backup para garantir transporte confiável em tempos perigosos.



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