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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Ser romântico é coisa do passado?

Ser romântico é coisa do passado?


Sabe aquele momento em que você está apaixonado(a) e escuta as mesmas músicas românticas, várias vezes ao dia e não cansa? Pois então essa é a magia do amor, um sentimento tão nobre, mas que poucas pessoas tem a coragem de assumir que senti, mas difícil ainda para os homens.

“A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos” William Shakespeare

O amor é um sentimento tão bom, mas ser romântico é diferente. Hoje em dia o homem não faz mais como antigamente (pelo menos a maioria), porque não parece coisa de homem, fica parecendo que a pessoa que é romântica deixa de ser viril para se tornar uma pessoa frágil, para isso não acontecer tem que falar de sexo e deixar o amor de lado, é por isso que grande parte dos relacionamentos acaba muito rápido.

Tem quem diga também que as mulheres de hoje em dia gostam de homens canalhas, por isso não adianta ser romântico, e os homens acabam por serem cada vez mais canalhas de tanto que falam a esse respeito.

Essa é uma questão que não parece ter fim, mas afinal, hoje em dia tem lugar para as pessoas românticas?



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sábado, 12 de julho de 2014

5 visões para o mundo em 2050


Clima indomável
Em um mundo marcado pelo consumo desenfreado, o clima sofre com as consequências da exploração exacerbada dos recursos naturais. Os desastres naturais multiplicam-se. A demanda por infraestrutura de transporte também crescem. “Uma super rede mundial de transporte garante uma troca rápida de mercadorias entre os centros de consumo. Mas com o avanço das mudanças climáticas, as cadeias de suprimento são cada vez mais afetadas”, prevê a consultoria.
A era das megacidadesAs megacidades tornam-se potências mundiais. Elas são as maiores incentivadoras e também as maiores beneficiadas da transição para um paradigma de crescimento sustentável. Para superar os desafios de continuar a crescer controlando, ao mesmo tempo, as consequências indesejadas, como congestionamentos e emissões de poluentes, as megacidades recorrem à cooperação. “A robótica revoluciona os mundos da produção e dos serviços. Os consumidores mudam de hábitos: os produtos agora são, em sua maioria, alugados, em vez de comprados”, destaca a empresa. Uma super rede transportes, incluindo caminhões, navios e aeronaves, mas também transportes espaciais, conecta as cadeias de suprimentos das megacidades.
Produção descentralizada
Neste cenário, a industrialização e o consumo personalizados tornam-se uma prática predominante. Os consumidores criam seus próprios designs e fazem seus próprios produtos, com o importante auxílio das impressoras 3D. “Isso leva a uma ascensão de sistemas regionais de comércio, com o fluxo global se restringindo a matérias-primas e dados”, diz a empresa. Os sistemas de energia e infraestrutura de produção e distribuição são cada vez mais descentralizados.
Protecionismo paralisante
Com a deterioração da economia mundial, o nacionalismo exacerbado emerge e barreiras protecionistas fazem a globalização andar para trás, neste cenário nada animador. O desenvolvimento tecnológico estaciona e os altos preços da energia, derivados da escassez de recursos, levam a conflitos globais pelo controle das reservas. As cadeias de suprimento se regionalizam e tornam-se instrumentos estratégicos para os governos.
Segurança em primeiro lugar
Nesta visão, o mundo é caracterizado por um alto nível de consumo graças à produção altamente automatizada e barata, mas a ordem é adaptar-se. Em função de mudanças climáticas radicais, as catástrofes naturais interferem nas cadeias de suprimento e o paradigma migra da maximização de eficiência para a mitigação de riscos. Sistemas redundantes de produção predominam na indústria e a principal prioridade é a segurança, com infraestruturas de backup para garantir transporte confiável em tempos perigosos.



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